Novo asfalto faz equipe de Nasr rever informações de pneus

Sexta-feira foi de coleta de informações de escuderia em dia considerado “normal” de brasileiro

Felipe Nasr começou o fim de semana na Malásia sem grandes mudanças em relação à sua realidade de 2016. No primeiro treino livre ele cravou a 16ª marca, enquanto que no período da tarde o brasiliense foi apenas o 18º.

Independentemente dos tempos, para o piloto da Sauber foi um dia normal, mais voltado aos preparatórios para a classificação deste sábado e para a corrida de domingo. 

“Foi uma sexta-feira normal. Devido ao novo asfalto, pudemos ver que a superfície da pista é muito mais suave em comparação ao ano passado”, disse Nasr.

“Temos que reavaliar toda as informações dos pneus para entender como o carro reage e trabalhar no equilíbrio. Quando fizemos nossas long runs na parte da tarde tivemos alguns problemas de refrigeração, por causa das limitações do motor para os treinos.”

“Isso nos forçou a reduzir a nossa participação, mas essas questões serão resolvidas para amanhã. Caso contrário, precisamos trabalhar no equilíbrio do carro para o resto do fim de semana.”

O companheiro de equipe de Nasr, Marcus Ericsson, completou as duas sessões com o 17º tempo. O sueco se recupera de uma queda de bicicleta nesta semana em que atropelou uma galinha, já que teve ferimentos leves.

 

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Massa lamenta problemas nos freios e falta de ritmo

Brasileiro não teve bom início em Sepang e destacou período sem atividade durante sessão para troca de peças do sistema de freios

Felipe Massa continua com dificuldades na metade final da temporada da Fórmula 1 em 2016. No primeiro dia de atividades na pista de Sepang, o brasileiro marcou apenas o 18º tempo pela manhã e a 15ª marca à tarde.

Na segunda sessão, o piloto da Williams deu apenas 19 voltas, sendo o brigado a aguardar reparos no sistema de freios. 

“Tivemos alguns problemas com o duto do freio, que deixava a temperatura dos aros das rodas muito altas. Ficamos meia hora para a troca e não tivemos uma grande tarde, porque perdemos metade da sessão. 

Mesmo assim, quando foi para a pista, Massa não ficou satisfeito nos primeiros giros.

“Nosso ritmo não foi fantástico em comparação com os outros carros, temos que compreender o que houve para sermos mais competitivos amanhã. Nas longs runs não estávamos tão ruins hoje.”

As mudanças na pista da Malásia trouxeram críticas de alguns pilotos do grid, principalmente na curva 15, a última do circuito. Massa preferiu não ser tão enfático nas críticas e apenas pontuou as alterações.

“O novo asfalto não tem “bumps”, fizeram um grande trabalho, o que deixou muito parecido com o circuito da Áustria e com três segundos mais rápido do que no ano passado.” 

“A única diferença é a última curva, que tem um ângulo completamente negativo, completamente diferente do que era antes, foi a única grande mudança da pista.”

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Vettel vê bom ritmo em Sepang: "calor é bom para nós"

Sebastian Vettel elogia ritmo da Ferrari na Malásia e insiste que prova em Sepang não será última chance da Ferrari para vencer uma corrida em 2016

Sebastian Vettel foi o terceiro colocado no segundo treino livre para o GP da Malásia, realizado nesta sexta-feira (30), a 0s6 de Lewis Hamilton, o mais veloz do dia. Apesar da distância em relação ao líder, Vettel ficou satisfeito com o primeiro dia de trabalho em Sepang, destacando que as altas temperauras malaias são boas para o carro da Ferrari.

“Creio que tivemos um bom dia, testamos algumas coisas. Preciso olhar os dados antes de dizer mais sobre o assunto”, disse o alemão.

“Historicamente, parece que vamos bem quando está mais quente e hoje tivemos bastante calor. No fim, tentamos sempre ser competitivos e creio que nosso ritmo não foi ruim, pelo menos foi o que percebi de dentro do carro”, afirmou.

“Se essas forem as condições do jogo – de que o calor é bom para nós – o fato de sempre lidarmos com altas temperaturas aqui talvez seja algo bom”, acrescentou.

Vettel, que venceu a prova em Sepang em 2015 – a primeira dele com a Ferrari – destacou que espera que o GP da Malásia não é a última chance de vitória do time italiano em 2016. “Espero que não seja, espero que consigamos melhorar progressivamente. Mas precisamos aproveitar ao máximo o que aparecer para nós”, disse.

“Nosso objetivo é vencer uma corrida ou mais de uma, se tivermos a chance. No fim, acho que precisamos fazer nosso melhor e extrair o máximo de nosso pacote. Então veremos onde isso nos levará”, completou.

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